03 julho 2012

Um sonho francês - 4º parte


Então seu Odilon começou a falar:
- Era 1942 eu estava aproveitando o máximo os meus 18 anos, difícil de acreditar mas eu era um moço muito bonito e fazia muito sucesso com as garotas.
Era julho e o circo estava na cidade, eu nunca tinha ido ao circo pois era um jovem pobre meu pai falava que não valia apena gasta dinheiro com esse tipo de coisa.
Eu já ganhava meu próprio dinheiro fazendo alguns bicos então convidei alguns amigos e fomos todos juntos.
Quando me sentei na arquibancada ela estava lá do outro lado do picadeiro  linda de vestido azul, a moça mais linda que já vi na vida!
Eu não consegui presta atenção no espetáculo só tinha olhos para ela então quando acabou fui falar com ela, pela primeira vez.
O nome dela era Mabelle  (minha bela) o nome combinava perfeitamente com ela, eu a chamei para sair.
No dia seguinte levei ela para jantar em pouco tempo já estávamos namorando, mas a família dela não aceitava o namoro por eu ser mulherengo e pobre.
Amava Mabelle  mais do qualquer coisa na vida nunca a magoaria eu estava disposto a me casar com ela.
Foi quando a disse que ia viajar atrás de um emprego melhor e voltaria dentro de um mês fizemos aquela placa antes da viajem para simbolizar nosso amor.
Achei um emprego de contador em Fontainebleau uma cidade perto de Paris mas tive que começa imediatamente lhe mandei uma carta avisando.
Não tive resposta mandei outra carta, quarto messes depois mande uma pedindo que ela fosse se encontra comigo mas ela não apareceu.
Resolvi voltar quando cheguei descobri que ela tinha desistindo de mim porque eu era mulherengo, ela foi para o convento Cordeliers  em Paris.
Ela nem si quer quis me ouvir  mandou dizer que eu não era homem para ela, eu gritei tentei vê-la de qualquer jeito e acabei sendo expulso.
Depois voltei pra cá e nunca mais consegui amar ninguém Mabelle sempre foi e sempre será meu único amor até o dia de minha morte.

01 julho 2012

Um sonho francês - 3º parte


- Oque você quer? Ele perguntou.
- Quero saber a história daquela placa. Respondi.
- Vá embora essa história não é da sua conta.
Quando ele ia tentar fechar a porta na minha cara falei:
- O senhor pode até fechar a porta mais vou ficar aqui até o senhor resolver me contar.
- Então fique ai a vida toda. Após termina a frase ele bateu a porta na minha cara.
- Vamos embora. Disse Rafael que até então permanecia quieto observando.
- V á você embora vou ficar aqui até ele me contar. Me sentei a beira da varanda.
- E deixar você ai sozinha? De jeito nenhum.
Ele se sentou ao meu lado e ficamos em silencio cerca de duas horas se passaram, e eu resolvo lhe fazer uma pergunta:
- Rafa quando chegamos Brunot  te chamou no canto e te falou alguma coisa oque  ele te disse?
Rafael hesitou um pouco e respondeu:
- Brunot me perguntou se eu já tinha achado uma francesinha pra mim.
- É mesmo Rafa antes você era maior pegador agora não te vejo com ninguém por quê?
- É que viajamos muito não da para conhecer ninguém direito.
- Desde quando isso virou empecilho para você ?
- Dizem que quando a gente fica velho se acalma pode ser isso também.
- Até parece você velho só tem 23 anos. Disse rindo.
Ele me deu um cutucão com o ombro depois me abraçou, se passou mais uma hora .
Então Rafael me solto e começou uma frase:
- Ce...
Antes que ele pudesse termina de falar a porta se abriu então o senhor Odilon perguntou:
- Você não vai desistir mesmo?
- De jeito nenhum  respondi.
- Então entre com seu namorado antes que eu me arrependa.
- Somos só amigos. Falou Rafael.
Então entramos, a casa dele não era tão bonita quanto a de Brunot e Charlote mais era aconchegante  me lembrava a casa do meu avô.
Fomos para a sala ele sentou-se em um sofá e eu e Rafael em outro.

30 junho 2012

Um sonho francês - 2º parte


Uma espécie de placa caída junto a cerca do vizinho escrito: O et M pour toujours.
Que traduzindo para o português fica: O e M para sempre.
Eu fiquei olhando aquela placa por alguns segundos quando Rafael perguntou:
-Oque foi?
Eu apontei para a placa e disse sorrindo:
- Deve ter sido uma bela história de amor.
- Uma bela tragédia você quer dizer.
Falou uma voz com um tom irritado, olhei reconheci de imediato o senhor da estação.
Brunot o apresentou:
- Este o senhor Odilon nosso vizinho, esses são nossos amigos Cecilia e Rafael.
- Eu já os conheço a menina é atrapalhada e o menino é mal-educado. Respondeu o senhor e saiu.
- Vocês já se conhecem? Perguntou Brunot.
- Cecilia esbarou nele na estação e ele foi muito grosso com ela. Respondeu Rafael.
- Deixe isso pra lá ele é só um senhor solitário. Falou Brunot.
- Mas qual é a história da placa? Perguntei curiosa.
- Ele nunca contou para ninguém. Vamos entrar? Disse Charlote.
Entramos e conversamos por horas depois ajudei Charlote com o jantar, após comemos  ela cortou um pedaço de mil-folhas se dirigiu a Brunot e pediu:
- Amor leve esse pedaço para o seu Odilon.
Eu interferi depressa:
- Deixa que eu levo.
Charlote colocou o mil-folhas em um pote e me entregou. Eu sai e Rafael foi atrás de min:
- Por que você vai levar isso? Pergunto ele.
- Quero saber a história daquela placa.
- E tu acha que ele vai te contar?
- Acho.
- Você não muda mesmo.
A fazenda onde seu Odilon morava não parecia muito grande mais era bem antiga fui até a porta e bati. Ele abriu eu sorri entreguei o pote e disse:
- Charlote pediu para entrega para o senhor.
- Obrigado. Ele pegou o pote quando ele ia fechar a porta eu segurei.

28 junho 2012

Um sonho francês - 1° parte


Depois de um golpe de sorte nos negócios  e uma série de cursos  de línguas eu  e meu melhor amigo Rafael resolvemos  viajar pelo mundo juntos. Esse era um sonho antigo que eu tenho desde-da 8º serie e acho só compartilharia com ele.
Verdadeiramente demos a volta ao mundo conhecemos  vários lugares e várias pessoas, mas a pessoa que mais me marcou foi um senhor que conheci em Tours.
Tours é uma cidadezinha pequena e aconchegante perto de Paris. Rafael eu estávamos em Paris meu lugar favorito no mundo depois de Porto Alegre.
Quando decidimos visitar nosso um casal amigos nosso Brunot e Charlote  que conhecemos em London, eles tinham uma casa no  final da cidade ao lado de uma fazenda bem antiga.
Quando desci do trem esbarei nesse senhor  ele me xingou disse em voz irritada:
  - OLHE PRO ONDE ANDA MENINA ATRAPALHADA.
- Desculpe senhor? Eu disse.
- VOCÊS JOVENS NUNCA PRESTAM ATENÇÃO NO CAMINHO QUE SEGUEM.
- Ela já se desculpou. Disse Rafael interferindo.
- ME RESPEITE EU SOU MAIS VELHO QUE VOCÊ. Falou o senhor.
- ENTÃO FAÇA POR MERECER MEU RESPEITO. Rebateu Rafael.
- Desculpa pelo meu amigo.
Eu disse e puxei Rafael para irmos embora enquanto nós saiamos Rafael reclamava.
- Cecilia por que se desculpou com aquele cara ele foi groso com você.
- Rafa ele é só um senhor e deu para notar que a vida foi severa com ele.
- Ce você sempre tão sensível.
Almoçamos em um restaurante simpático perto da estação era cerca de 12:20 depois fomos para a casa depois seguimos para a casa de nossos amigos.
Quando estávamos quase chegando avistei Charlote estendendo roupas, ela nos viu e gritou:
- BRUNOT CECILIA E RAFAEL CHEGARAM. Charlote tinha 23 anos cabelos castanhos meio cacheados pele branca era magra e muito bonita.
- Então Brunot saiu correndo.  Ele também tinha cabelos e olhos castanhos, tinha 25 anos.
Os dois nos receberam na frente do portão Charlote me abraçou segurou minhas mãos e disse dirigindo aos dois:
- Não é incrível a cada dia que passa a Cecilia fica cada vez mais linda?
Eu fiquei um pouquinho vermelha e falei: - Que isso? Você que linda.
Brunot puxou Rafael para um canto e cochichou alguma coisa no ouvido dele que não deu para ouvir.
Der-repente vi uma coisa que chamou minha atenção.

24 junho 2012

Será?

Esses dias quase fui atropelada escapei por pouco depois que isso aconteceu não fique aliviada, tudo que eu conseguia pensar era:
E se eu tivesse sido atropelada será que alguém além da minha mãe me visitaria no hospital? 
E se eu morresse será que alguém choraria por mim? Será que alguém sentiria minha falta depois de um mês?
Se eu fizesse essas perguntas para mim mesma a alguns anos atrás tenho certeza que a maioria das minhas respostas seriam sim, mas agora já não sei, não tenho certeza.
E essa duvidas me consomem não sei mas oque pensar, oque sentir, no que acreditar não sei mais nada.
A cada dia que passa fico mais perdida, mais esquecida, mais vazia.
Estou voltando a me encerar no meu castelo de gelo, de vazio, de esquecimento.
Queria um abraço quente para aquecer meu coração que ta mais congelado que um iceberg.
Eu já fui tão forte já passei por tanta coisa sozinha por que agora me sinto tão fraca?
Acho que fiquei tanto tempo sem sofrer que esqueci como lidar com o sofrimento.
Eu sei que vou passar por isso como já disse antes já passei por tanta coisa sozinha, e to aqui inteira só com algumas cicatrizes das batalhas vencidas.


02 março 2012

O amor e as diferenças 3° parte

Eles chegam na frente ele compra pipoca e doces pra eles curtirem o filme. Dai eles entram no cinema, ela fica pensando no que vai falar pra ele quando ela abre a boca pra falar.
Ela: - Entã..
Ele tampa a boa dela e a beija, ela fica parada sem reação pasma, quando o filme acaba ele chama ela.
Ele: - Vamos o filme já acabou?
Ela meio que acorda. - Vamos!
Eles saem lentamente caminham até a porta do shopping, ele a beija novamente e a cada segundo a chuva começa a aumentar.
Ele: - Minha casa é perto daqui você não quer dormi lá ? assim não precisa fica na parada com essa chuva.
Ela liga pra mãe dela:
Mãe da Julia: - Alô
Julia:- Oi mãe vou dormi no hospital com a Vanessa ta ?
Mãe: - Ta bom filha se cuida ta ?
Julia: - Ta bom mãe.
Julia desliga e eles vão para casa do Bruno no caminho ele pergunta sobre a Vanessa Julia fala.
Julia: - É minha melhor amiga ela entro em coma depois de se drogar na praia.
Bruno fica apavorado e ao ver que Julia ficou triste e abraça ela para consola, Julia sorri e diz:
- Mais ela vai fica melhor.
Ele: - Tomara.
Ele olha para uma casa branca de janelas azuis claras e diz:
- Essa é minha casa.
Ela: - Que casa linda!
Ele: - Vamos entra duma vez que a chuva vai te deixa doente.
Julia entra meio sem jeito coloca seu casaco todo encharcado encima do sofá de Bruno.
Ele: - Quer comer algo?
Ela: - Não.
Ele: - Sinta-se em casa.
Ela se senta no sofá, ele vai tomar banho, ela estranha o fato dos pais dele não estarem em casa e grita com um tom de curiosidade.
Ela: - E OS SEUS PAIS?
Ele grita : - Sou emancipado eles me emanciparam aos 15 anos fui estudar na Austrália.
Ela fica apavorada com o nível dele porque ela uma pobre garota ela pensa consigo mesma  poxa só acho meninos ricos nenhum de classe média que nem eu!
Ele sai do banho e corre para seu quarto enrolado numa toalha, Julia finge que não vê aquele pitelzinho correndo de toalha.
Ele chama ela para seu quarto, ela entra lentamente com medo.
Ele: - Você já fez antes?
Ela: - Não.
Ele tenta acariciar-la , ela tira a mão dele do seu corpo e diz:
-Eu vim aqui para dormi só isso.
 Ele: - ta bom. Você vai ficar doente com essas roupas molhadas.
Ele abre o guarda-roupa e pega uma toalha e algumas roupas e atira para ela.
Ele: - essas devem servir




01 março 2012

O amor e as diferenças 2º parte

Passa-se uma semana e nada da Vanessa melhorar, Julia num tédio total entra em chat e conhece um guri chamado Bruno.
Julia: - Oiii
Bruno: - Vixe que gatinha mais animada.
Julia: kkk
Julia: - Quantos anos você tem ?
Bruno: - 17 e você
Julia: 16
Bruno: - hum
Julia: - Onde você mora ?
Bruno: - Poa
Julia: - Eu também qual o seu numero ?
Trocam os números. Um guri legal, bonito começam a bater o maior papo e Julia safadinha pede para ele liga a web para ela ver se ele tinha tanquinho, ele safado responde essas besteiras.
Julia estava no seu quarto no tédio depois da conversa bagaceira com Bruno, quando o celular dela toca
era o  Bruno telefonou para Julia:
Julia: - Alô
Bruno: Oi linda é o Bruno já que você mora em Poa que tal nos sairmos amanhã?
Julia: Bom éee que já tenho compromisso.
Bruno: Que pena queria tanto te vê :/
Julia: Ta bom eu vou posso marca o compromisso pra outro dia.
Bruno: Que bom, vamos a onde ?
Julia: Que tal ao shoping
Eles acertam os detalhes até combinam cinema, ela escolhe sua roupa mais bonita e vai dormi.
Acorda ansiosa e vai tomar banho e se arruma, então vai para a parada pegar o ônibus logo quando ela chega começa a chover.
Ela pega o ônibus lotado rumo ao shopping pensando que filme olharia  com seu '' amigo `` Bruno chegando na parada em frente ao shopping . Ela não sabe oque fazer por causa do nevosismo ela pisca os olhos em um piscar de olhos ele esta lá no lugar marcado.
Ela corre na chuva para não ser atingida chega, na porta do shopping abraça o Bruno, ele coxixa no ouvido dela :
Ele: - Achei que não vinha minha linda.
Ela: Sorri, levanta bem pouco a camisa dele e fala - Você tem tanquinho mesmo!
Eles: Riem.
Ele diz: - Vamos entra porque não quero fica mais encharcado do que já estou.
Os dois dão gargalhadas entram felizes.